Sobre o COMTEC

O COMTEC é um grupo de pesquisa em Comunicação e Tecnologias Digitais. Criado em 2004 pelo Dr. Sebastião Squirra e está integrado ao POSCOM da UMESP. O núcleo estuda a comunicação social e suas formas de difusão digital, efeitos e perspectivas.

Novo Livro do COMTEC

* Tecnologias digitais e pontilhamento discursivo. Capítulo publicado no livro organizado pelo Prof. Sebastião Squirra (informe-se no site da Editora Buqui e leia a errata sobre as referências bibliográficas do texto)

Call for papers
O “estado da arte” da TV Digital brasileira tendo o ano 2013 como referência

 Organizadores Valdecir Becker e S.Squirra

É sabido da decisão do governo em implantar a TV Digital interativa, na intenção implícita, como fazem outras nações, da migração plena para este suporte digital. Engenheiros, economistas, sociólogos, estudiosos de todas as formações apresentaram reflexões sobre as possibilidades de sucesso ou inadequação do modelo, centrados em suas tecnologias, modelo econômico, legislação, papel do estado, adesão da audiência etc. Os pesquisadores da comunicação também ofereceram contribuições em tais posições em momentos específicos.

No presente momento de indefinições amplas, o Grupo de Pesquisa ComTec (do Programa de Pós-graduação em Comunicação da Umesp) conclama os pesquisadores para a produção de  relatos de investigações focados em tal recorte do audiovisual. Pretende-se reunir relatos/reflexões de pesquisadores experientes e titulados (sobretudo do território das Comunicações), visando oferecer obra impressa em formato de livro (também em eBook) a ser publicado em novembro do corrente ano.

ComTec pauta-se pelo esforço da produção de uma obra anual, tendo publicado os livros Cibercom-Tecnologias ubíquas, mídias pervasivas (2012), Cibermídias-Extensões comunicativas, expansões humanas (2012), TV Digital.Br (2009) e pela realização de eventos científicos anuais com entidades parceiras.

Questões centrais/ Angulações possíveis

 

Em qualquer prumada, quando o assunto é a TV digital brasileira, constata-se que as dúvidas imperam e as inseguranças se avolumam. Dessa forma, reconhece-se que a situação requer reflexões e adensamentos científicos que façam aflorar as razões e limitações iluminando tal situação. Assim, a partir do entendimento de que a comunidade deve oferecer contribuição acadêmica bem estruturada, que mostre/evidencie/exemplifique o impasse que se instalou (presente), revelando as contradições (políticas, tecnológicas, de mercado etc.), podendo expor as inadequações nos variados níveis em que tal assunto se insere. Enfim que façamos uma prospecção que resgate a compreensão do tema na atualidade.

 

Assim, e tendo como foco a TV Digital brasileira em 2013 (HD e interativa), os temas podem ser:

a)      o presente e o futuro, tendo em vista os eventos internacionais de 2014 e 2016,

b)      os problemas que surgiram a partir de enfoques tecnológicos, de consumo de produtos audiovisuais, de reorganização das emissoras, quanto aos novos costumes audiovisuais, novos modelos de negócios (do lado das emissoras e da indústria),

c)      o que acontece ou vai acontecer com a proposta original,

d)     as mídias digitais que alteram os modelos de difusão audiovisual,

e)       a velocidade das mudanças e a sedução dos displays,

f)       as tendências dos aparatos conectados, e móveis,

g)       como ficaram as políticas do Governo Federal? Afinal, o Decreto visava a educação e inclusão digital, entre outras possibilidades,

h)      o modelo tecnológico a ser implantado não deu certo, a interatividade não se consolidou e o Ginga não deslanchou. Afinal, o que aconteceu com o Ginga e as propostas de interatividade? O modelo tecnológico era falho, foi sucateado pela revolução e velocidade das tecnologias? O que aconteceu realmente? Quais as tendências?,

i)        a 3D se apresentou e também parece não consolidar tendência sólida de consumo; Resta perguntar:o que está acontecendo com o mercado, quando nem a 3D emplaca? Qual a razão disto?,

j)        nos últimos anos, as multitelas conquistaram mercado e corações e a TV virou conectada, via web.Vale perguntar: As multitelas são a tendência inquestionável? Quais são os novos players nisto? ,

k)      o mercado está em transição forte,  adotando outras formas para o consumo de produtos televisivos. Quais são as novas tecnologias que estão impedindo a evolução da TVD como era prevista? São fortes? Serão adotadas amplamente?

l)          qual é a posição das emissoras “tradicionais” nisto? Estão mudando seus modelos de negócios?

m)      Qual a posição da indústria de equipamentos? O que acontece no mundo e que vai refletir aqui?

n)        quais as inovações que de fato estão acompanhando a implantação da TV Digital? ou estamos apenas vivenciando uma simples troca de tecnologias?

o)        qual o impacto das tecnologias digitais, especialmente as mídias sociais, na audiência, consumo e fruição dos conteúdos audiovisuais?

entre outras.

Condições para submissão:

Os textos deverão ser inéditos e recortar objetivamente o tema proposto. Autores com título de doutor podem submeter textos individualmente. Autores detentores de outras titulações devem produzir reflexões com pesquisadores doutores. As propostas devem observar o cronograma abaixo. Os autores deverão indicar direção de CV Lattes e anexar CV resumido com até 10 linhas, descrevendo email de contato.

 Datas para submissão:

a)      envio de proposta com resumo, título e bibliografia básica: 31 de julho de 2012

b)      texto final: 31 de agosto de 2013

Formatação do texto:

Texto em Times News Roman, corpo 12, com tamanho final variando de 35 mil a 42 mil caracteres (com espaços, notas de rodapé, bibliografia (10 obras principais) etc. incluídos). O texto deve conter Resumo (10 a 12 linhas, em português e inglês),  três palavras-chave (em português e inglês).  A bibliografia deverá conter as 10 obras mais importantes e as referências citadas no texto.

Dúvidas: ssquirra@gmail.com e valdecirbecker@gmail.com

Use ParaShoot to Capture Your Life on Video

http://mashable.com/2013/06/08/parashoot-video/?WT.mc_id=en_my_stories&utm_campaign=My%2BStories&utm_medium=email&utm_source=newsletter

Leaked Video of Nokia 41-Megapixel Phone Shows Camera in Action

New Android Trojan Is Nearly Impossible to Remove

Google incorpora buscas por voz

O Google liberou uma atualização para seu navegador Chrome nesta quarta-feira (22) e entre as novidades incorporou a nova ferramenta de buscas ativadas por voz.

A atualização para o Chrome versão 27 está disponível para Windows, Mac e Linux.

Confira em http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/google-incorpora-buscas-por-voz-em-atualizacao-do-chrome-22052013-24.shl?utm_source=redesabril_info&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_info&

A revolução das impressoras 3D

Em 1984, Charles Hull fez a primeira impressora 3D, que, em vez de tinta no papel, constrói objetos camada a camada. Mas foi nos últimos anos que ela evoluiu e barateou. E a revolução começou.

Imprima carros, casas, ossos, órgãos, próteses… Essa tecnologia já é realidade.

Leia em http://super.abril.com.br/tecnologia/revolucao-impressoras-3d-733010.shtml

 

Internet no Brasil é a 2ª mais cara do mundo

O Brasil obteve a segunda maior média de preços da banda larga em um estudo realizado com 15 países.

Os dados consideram o valor cobrado pela conexão de 1 Mbps e fazem uma média com a renda da população do país, resultando em quantas horas o cidadão precisaria trabalhar para pagar pelo acesso à internet banda larga.

Segundo o estudo, o brasileiro precisa trabalhar 5,01 horas por mês para bancar uma conexão de 1 Mbps. À frente do Brasil está apenas a Argentina, com média de 5,15 horas trabalhadas.

Entre os 15 países, o Japão obteve a melhor média, com 0,015 hora para pagar pela conexão.

A pesquisa foi realizada pelo economista e professora da FGV, Samy Dana, em parceria com o aluno de economia da UFV-MG, Victor Candido. Eles consideraram dados da Akamai e do World Stats para obter as médias de velocidade da conexão, e informações do Banco Mundial para calcular as rendas de cada país.

De acordo com o estudo, a média de preço no Brasil para contratar uma conexão de 1 Mbps é de US$ 25,06 por mês (considerando uma renda média por hora de US$ 5). No Japão, o mais bem colocado, a média de valor é de US$ 0,27; no entanto, a média de renda do país asiático é de US$ 18.

A pesquisa selecionou nações emergentes e desenvolvidas para calcular as médias. Além dos países citados, também estão África do Sul, Canadá, Chile, Polônia, Portugal, Holanda, Finlândia, Estados Unidos, França, Noruega, Suécia e Coreia do Sul.

Segundo os pesquisadores, um dos motivos para o alto preço cobrado no Brasil é a carga tributária. Eles citam que enquanto o país paga 40% em impostos sobre serviços de banda larga, o Japão cobra apenas 5%.

As operadoras de telefonia criticaram a comparação com países desenvolvidos como o Japão, alegando que o preço da banda larga fixa no Brasil caiu 68% desde 2008. Além disso, afirmam que a média de US$ 25,06 para velocidade de 1 Mbps não reflete a realidade do país.

Fonte: http://info.abril.com.br/noticias/mercado/internet-no-brasil-e-a-2-mais-cara-do-mundo-diz-pesquisa-14052013-21.shl?utm_source=redesabril_info&utm_medium=facebook&utm_campaign=redesabril_info&

ComTec 2010

ComTec 2010 – IV Conf. Bras. de Com. e Tecnologias Digitais | UMESP 30/10/2010

Tema: Eleições 2010: Comunicação, tecnologia e mídia social

Palestrantes: Walter Teixeira Lima Jr, Diego Saeg e carlina Ribeiro Pietoso (Pesquisadores do Tecrred http://www.neofluxo.net), Alex Duarte (Editor- assistente do caderno Brasil da Folha de S.Paulo e professor de pós-graduação da FAAP. Antônio Arles, membro da coordenação de redes sociais da campanha de Aloízio Mercadantes e Assistente da coordenação da campanha de Dilma Rouseff no 2º turno, Laercio Bento (UMESP) e Marcio Olierio (UMESP), Pollyana Ferrari (PUC RJ), Rafael Sbarai (Vida digital e veja) e Gustavo Zaiantachcki e Jeferson de carvalho.

Organização: S.Squirra e Luiz Martino (UnB)

Apresentação 18 papers inscritos e selecionados, em três salas

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